Você conhece os 7 pecados capitais da Educação Corporativa?

Gerir pessoas, articular estratégias a longo prazo em uma organização e atribuir novos conhecimentos, estão associados ao que chamamos de Educação Corporativa. Então se pudéssemos defini-la, diríamos que é um processo bem mais abrangente do que um simples treinamento, ou seja, trata-se de um autoconhecimento pois visa integrar os colaboradores nos planos futuros da empresa.

No Brasil, o termo educação corporativa ainda é muito recente e com isso é possível observarmos que, existem muitas inconstâncias intrínsecas no que se refere a gestão, uma vez que, tal conceito vem sendo visto como uma solução para os males organizacionais como: colaboradores desmotivados, comunicação ineficiente, cultura organizacional antiquada, baixa qualificação, entre outros. Todo esse cenário nos leva a crer que, a implementação desta iniciativa de forma não planejada tem gerado resultados não significativos.

Sendo assim, vamos elencar abaixo alguns dos principais problemas enfrentados na gestão de uma empresa, também conhecidos como os 7 Pecados Capitais da Educação Corporativa.

 

1. Falta de Processos

Iniciar um projeto sem a prévia de uma linha ténue de abordagem com começo, meio e fim, é pular etapas essenciais para um resultado eficiente. Entretanto, a falta de processos costuma ser o calcanhar de Aquiles na grande maioria das empresas, uma vez que, por ingênua pretensão, preguiça ou falha na comunicação, chefias acabam por delegar funcionalidades a outros departamentos, gerando “queima de etapas”, terceirização de serviços, falta de respeito entre os colaboradores e retrabalhos. Desta forma, as expectativas organizacionais acabam por resultar em concepções frágeis e quase sempre decepcionantes.

2. Falta de Planejamento

Na realização de um projeto ou de qualquer atividade, a falta de planejamento impacta diretamente nos objetivos estratégicos e organizacionais da empresa. Assim, para que o sistema de educação corporativa seja eficiente, é importante estabelecer prioridades, prazos, foco, atuação e alinhamento, além de mostrar que a vaidade em achar que um trabalho é melhor do que o outro, não leva a nada. Uma vez que estes processos não estejam sincronizados, haverá falta de conexão, o que deixa os sistemas “sem nexos”, prejudicando o desempenho de todos.

3. Falha de Gestão

Para que o desempenho e planejamento de uma empresa flua de forma significativa, a atuação de uma boa “gestão” impacta diretamente não só em resultados, mas em uma boa convivência e sinergia entre a estrutura da empresa e seus recursos existentes. Entretanto, uma gestão mal articulada propicia a fragmentação da construção de conhecimentos e competências, assim o risco de criar uma “colcha de retalhos” difícil de se administrar é bem alto.

4. Ausência de Treinamento Técnico

A ausência de iniciativas gerenciais entre as práticas de formações e escolhas precipitadas, constituem em problemas constantes nas empresas, por conta de não haver uma pré-seleção do que se busca ou pretende diante daquele treinamento. Além disso, exagerar na expectativa de que diferentes propostas de capacitações com atividades de educação, é esquecer de que é preciso primeiro exercitar práticas internas da utilização deste aprendizado no dia a dia.

5. Promoção sem Planejamento

Delegar uma nova função para uma pessoa que não se sinta apta para o cargo, pode se tornar uma decisão mal acertada. Com isso, muitas empresas têm problemas óbvios voltados ao seu rendimento financeiro, relacionamento, marketing e logística por conta da baixa produtividade. Na grande maioria das vezes, é melhor saída e se submeter a outras alternativas.

6. Falta de um Programa de Capacitação

Para que se construa uma trajetória profissional consolidada, é importante investir em uma boa formação para que esteja preparado ao se deparar com desafios que exijam muito. No entanto na prática as empresas têm dado ênfase exagerada em melhorias e análise de processos para uma eficácia na gestão de pessoas, esquecendo que, para conquistar este objetivo, o caminho é longo e exige o desenvolvimento de uma série de competências que ampliem seu desempenho estratégico dentro da organização.

7. Desconsiderar Público-Alvo

Por mais notório que seja o empenho das empresas em desenvolver conhecimentos pedagógicos para atividades lúdicas, ainda é uma tarefa árdua, pois espera-se que as diversas alternativas de aprendizagem possam ser aplicadas de modo coerente e equilibrado, promovendo o encantamento para novas práticas do dia a dia.

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