Os Conflitos da Geração Y e o Mercado de Trabalho

Atualmente administrar qualquer negócio com profissionais de diferentes idades e que se destacam por seus objetivos, valores peculiares e motivações, é sempre um desafio para grandes empresas. Afinal, como extrair o melhor de cada uma dessas gerações?

Pois é, quem não conhece uma turma que vive conectada o tempo todo em diferentes mídias sociais, que usam e abusam de sua criatividade para elaboração e projetos, ou muito ousados em suas escolhas? Descobriram de quem estamos falando? Sim, da Geração Y.

Muitas vezes rotulada de individualista, os “Y” são caracterizados por pessoas que nasceram no início da década de 80, até meados dos anos 90, considerados uma geração que se preocupa muito com a saúde, são super criativos, valorizam a vida social, são dedicados e responsáveis, mas precisam de uma certa flexibilidade de horário no que se refere a seu rendimento no dia a dia do trabalho. Entretanto, têm quem confunda esta postura com irresponsabilidade, sendo assim, qual seria a melhor alternativa entre empregador e empregado para uma melhor ambientalização na empresa?

Estabelecer uma relação interpessoal é o primeiro passo para uma convivência harmoniosa. Assim tanto empregador como empregado, podem entrar em comum acordo com situações que possam desestruturar este convívio, sem que se tenha regras de menos e liberdade de mais.

Assim, para engajar seu colaborador e receber feedbacks significativos, é importante nos atentarmos que esta geração tem a nos oferecer, de modo a respeitar seus espaços, ouvir suas ideias, mesclar situações de conflito que possam surgir ao longo das atividades executadas, criando um equilíbrio.

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